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segunda-feira, 6 de julho de 2015

OPOSIÇÃO DETURPA INTENCIONALMENTE DISCURSO DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

No discurso proferido na abertura IIIª Reunião Extraordinária do Comité Central do MPLA, o seu Presidente, José Eduardo dos Santos apontou para a necessidade de se estudar a construção da transição em Angola.



Ao contrário do que tem sido propalado (de forma deturpada) e especulado por parte de alguma imprensa privada e partidos da Oposição, sobre a pretensão do Presidente República se candidatar à um terceiro mandato, deve-se clarificar  que em nenhum momento do discurso que proferiu JES manifestou esta intenção ou disponibilidade.


No aludido discurso, o Presidente do MPLA, referiu e citamos: "um tema que vai requerer uma profunda reflexão é a selecção de candidatos aos cargos de Direcção e a sua posterior eleição, incluindo ao cargo de Presidente do Partido e ao de Candidato à eleição a Presidente da República.
Em certos círculos restritos era quase dado adquirido que o Presidente da República não levaria o seu mandato até ao fim, mas é evidente que não é sensato encarar esta opção nas circunstâncias actuais.




Penso, entretanto, que deveremos estudar com muita seriedade como será construída a transição. Na minha opinião, é conveniente escolher o candidato a Presidente da República, que é uma competência do Comité Central nos termos dos Estatutos, antes da eleição do Presidente do Partido no VIIº Congresso Ordinário", fim de citação.




Com esta iniciativa de deturpação e especulação gerada intencionalmente em torno do teor do discurso do Presidente da República, a imprensa privada e  a oposição política angolana tentou chamar a atenção da opinião pública nacional e com o fito sobretudo  de provocar uma reacção e pressão por parte da comunidade internacional à exemplo do que sucede no Burundi.


Link relacionado:


http://www.portalangop.co.ao/angola/pt_pt/noticias/politica/2015/6/27/Angola-Discurso-Presidente-Jose-Eduardo-Comite-Central-MPLA,f84c86c9-d670-4adf-90e8-8ee6d69fcf98.html 









sexta-feira, 3 de julho de 2015

UNITA E CASA - CE E AS SUAS POSIÇÕES SUBVERSIVAS

Na sequência do discurso proferido pelo Presidente do MPLA e da República, José Eduardo Dos Santos, na abertura da IIIª Sessão Extraordinária do Comité Central do MPLA, realizada no dia 02JUL2015, a UNITA e a CASA - CE, através de Alcides Sakala e Abel Chivukuvuku, respectivamente  e alguns activistas, apressaram a criticar o teor do referido o discurso, sobretudo quando o PR, chamou de tiranos e ditadores aqueles que pretendem derrubar o Governo eleito, numa clara alusão aos 15 jovens contrarrevolucionários que se encontram detidos.



Não estranha as posições públicas assumidas pelos dois principais partidos da oposição, se considerarmos as suas génesis e história, bem como os seus comportamentos que são  identificados como sendo antidemocráticos devido a clandestinidade no planeamento, fomento e instigação à subversão política, com o fim de conduzir o país à um quadro caótico insustentável e que justifique uma intervenção externa dos seus aliados norte-americanos e europeus.

Os jovens em causa, não foram detidos apenas por refletirem sobre os problemas que afectam o país ou por contrariarem as opiniões do Governo, e, muito menos se trata de uma psicose de golpe de Estado, como Alcides Sakala e Abel Chivukuvuku se referiram. Trata-se, na verdade, de um plano de golpe de Estado por via da desobediência civil que culminaria com a destituição do Executivo angolano. A UNITA e a CASA - CE sabem-no!!!

Daí se justificam as iniciativas desesperadas da UNITA de contactar a Embaixadora dos E.U.A em Angola, Helena La Lime, à quem transmitiram a mensagem de excesso e de arbitrariedade por parte das autoridades angolanas e pediram a intervenção desta junto do Presidente da República no sentido de dissuadi-lo da detenção dos referidos jovens.



Mas, recorrendo também ao discurso do Presidente da República, e citamos:

"Não se deve permitir que o povo angolano seja submetido a mais uma situação dramática como a que viveu em 27 de Maio de 1977, por causa de um golpe de Estado.



Quem quer alcançar o cargo de Presidente da República e formar Governo que crie, se não tiver, o seu Partido político nos termos da Constituição e da Lei, e se candidate às eleições. Quem escolhe a via da força para tomar o poder ou usar para tal meios anticonstitucionais não é democrata. É tirano ou ditador. Foram acusar o MPLA e os seus militantes de intolerantes, mas a mentira tem pernas curtas", fim de citação.

A oposição política angolana e alguns sectores da sociedade, tentam a todo custo estabelecer um link entre a detenção dos 15 jovens e a alegada intolerância, repressão, ditadura e falta de liberdade de expressão por parte do Governo.

Como temos referidos nas edições anteriores, os planos são conhecidos e exemplos não faltam pelo Mundo, pelo que, continuaremos a acompanhar a evolução da situação política no país e os seus protagonistas. 



Link relacionado:





quarta-feira, 24 de junho de 2015

ANALISTAS DESMENTEM ESPECULAÇÕES SOBRE A VISITA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA À CHINA

Para replicar e esclarecer a opinião pública nacional, internacional e sobretudo a oposição que têm vindo a levantar várias versões e especulações em torno dos acordos assinados e linhas de crédito concedidas pelo Governo da China à Angola, na sequência da mais recente visita que o Presidente da República, José Eduardo dos Santos efectuou àquele país, a Televisão Pública de Angola, realizou no dia 23JUN2015, um debate para o qual convidou um analista político, porta-voz do Ministério das Finanças, encarregado de Negócios da Embaixada da China em Angola, especialista em relações internacionais e um empresário.

No decurso do debate foram afloradas e esclarecidas ao pormenor pelos participantes as principais questões levantadas pela oposição e por alguns sectores da sociedade, designada a alegada falta de divulgação do teor dos acordos assinados pelos dois Governos, a omissão dos valores dos créditos concedidos pela China, bem como o facto deste país ter exigido como moeda de troca parcelas do território angolano para explorar.

No final, o debate concluiu que de facto a cooperação com a China é ampla e mutuamente vantajosa e não se traduz numa venda ou hipoteca de partes do nosso país, tendo sido relembrado e realçado que após o término do conflito angolano em 2002, a República Popular da China, foi o único país que se disponibilizou em apoiar o esforço de reconstrução nacional em Angola, o que foi negado pelos países ocidentais que na altura, entendia que o nosso país na necessitava  de tal ajuda. 

Link vídeo relacionado: