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quinta-feira, 9 de julho de 2015

PRESIDENTE DA REPÚBLICA FELICITA BARACK OBAMA PELO DIA DA INDEPENDÊNCIA DOS E.U.A




O Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, endereçou uma mensagem de felicitações ao seu homólogo norte-americano, Barack Obama, por ocasião da festa da proclamação da independência nacional daquele país, assinalada no dia 4 de Julho.





“Tenho a honra de, em nome do Governo angolano e no meu próprio, felicitar Vossa Excelência, o Governo e o Povo dos Estados Unidos da América, pela comemoração da festa da proclamação da independência nacional”, lê-se na mensagem.

Na sua mensagem, José Eduardo dos Santos desejou ao povo dos Estados Unidos êxitos no processo de desenvolvimento económico e social e que as relações de amizade e cooperação entre os dois países se desenvolvam cada vez mais com benefícios recíprocos.

terça-feira, 30 de junho de 2015

UNITA DESESPERADA PEDE AJUDA AO SEU PATRÃO


Na mesmo dia (29JUN2015) em que as autoridades angolanas convidaram o corpo diplomático acreditado no país para prestar esclarecimentos sobre a detenção dos 15 jovens e sobre o processo que envolve o jornalista Rafael Marques e alguns generais das FAA, o Grupo Parlamentar da UNITA desesperado e na tentativa de manter o foco sobre as alegações e questões que vem colocando, reiterou junto da Embaixadora americana em Angola, Helena La Lime, a necessidade de se construir um país estável e verdadeiramente democrático, onde os direitos e liberdades dos cidadãos são respeitados.
Para tentar chamar alguma atenção, durante o encontro realizado nas instalações do seu Grupo Parlamentar, a UNITA visivelmente com falta de criatividade, dramatiza  a situação actual do país invocando aspectos como a ausência de estabilidade devido a falta de transparência na gestão das contas públicas, nos processos eleitorais, violação das liberdades fundamentais, o que no entender desta formação política, pode fazer Angola explodir a qualquer momento.

Com esta iniciativa da UNITA, começa a ficar provada demonstrada a falta de argumentos e a inadaptabilidade deste partido à política e ao jogo democrático, uma vez que procuram a todo custo e com velhas alegações convencer os seus chefes sobre a necessidade de uma intervenção ocidental que destitua o Governo angolano. 

O objectivo  deste partido está claro: promover a subversão e o caos através de manifestações contra a figura do Presidente da República e do Executivo, de forma reiterada e sistemática passar a imagem da existência de uma ditadura em Angola para atrair a atenção dos países que habitualmente se servem desses  pretextos  para converterem em oportunidades para saquearem os recursos dos outros países.