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quinta-feira, 23 de julho de 2015

PAULO PORTAS VISITA ANGOLA


Portas: Angola e Portugal têm relação insubstituível     





Na sequência das várias iniciativas existentes entre Angola e Portugal que visam não só o reforço e consolidação da cooperação bilateral  nos mais variados domínios, assim como a prospecção e identificação de novas áreas de investimento, encontra-se desde hoje, 23JUL2015, quinta-feira, em Luanda, o vice-primeiro-ministro de Portugal, Paulo Portas, que dentre outras actividades, vai participar no dia do seu país na FILDA.



A sua chegada, o dirigente português afirmou em entrevista que concedeu a imprensa que "a relação entre Portugal e Angola é insubstituível e que os dois países têm conseguido ultrapassar as dificuldades".


Segundo Paulo Portas, Angola foi o quarto maior mercado de exportação de Portugal em 2014, com vendas de 3.175 milhões de euros, um crescimento de dois por cento face ao ano anterior.

No âmbito da visita à Luanda, o governante português deverá ser recebido em audiência pelo vice-Presidente angolano, Manuel Domingos Vicente.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

ANGOLA E PORTUGAL ASSINAM O PEC

A data de 09JUL2015, passa a ficar marcada pela assinatura em Lisboa, do Programa Executivo de Cooperação (PEC)entre Portugal e Angola, o qual é válido para o quadriénio 2015-2018.  

O documento que vai ser assinado por Luís Campos Ferreira, Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação de Portugal e por Ângela Bragança, Secretária de Estado das Relações Exteriores para a Cooperação de Angola, assenta em três eixos prioritários, nomeadamente a (o):

a) Boa governação, participação e democracia (sectores institucionais);

b) Desenvolvimento sustentável e luta contra a pobreza (sectores sociais); e
c) Desenvolvimento económico e infraestruturas.
Segundo consta, o PEC que substitui o PIC (Programa Indicativo de Cooperação) , para além de acompanhar a realidade e as necessidades em Angola, pretende dar maior ênfase às áreas da agricultura, energia e economia, sem descurar os tradicionais setores da saúde e educação.

quarta-feira, 8 de julho de 2015

AMNISTIA INTERNACIONAL PEDE INTERVENÇÃO DO MNE DE PORTUGAL NO CASO DE RAFAEL MARQUES


EXEMPLO SOLIDARIEDADE SUBVERSIVA

Teresa Pina, Directora da Secção Portuguesa da Amnistia Internacional, vai apresentar no dia 08JUL2015, quarta-feira, uma solicitação ao  Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal, para que interceda junto do Governo angolano, em relação ao caso do jornalista Rafael Marques. 





De acordo com a agência Lusa, a ocasião será igualmente ensejada para se pedir uma posição de Portugal sobre os alegados casos de abusos dos direitos humanos registados em Angola, onde o destaque recai para a recente detenção dos 15 jovens detidos por tentativa de subversão da ordem.

Ora, não é difícil depreender que esta ONG dirigida por Teresa Pina, é mais uma das organizações que está atrelada aos planos de conspiração e hostilização elaborados e levados a cabo pelo Ocidente contra Angola, pois, é de domínio público, a ligação existente entre Rafael Marques e o Departamento de Estado Norte-americano e a CIA.




De certeza, esta é mais uma organização que nas vestes de defensora dos direitos humanos, tem beneficiado de apoios financeiros, oriundos do vasto orçamento que os E.U.A dedicam para semear o terror e a instabilidade pelo Mundo, porquanto tem que mostrar serviço e muita solidariedade em relação aos seus "semelhantes".

Prova disso, é que Teresa Pina, se deixa embarcar e participa do fomento de especulações relacionadas com o caso, uma vez que reitera que o julgamento de Rafael Marques foi "politicamente motivado" e constituiu uma forma de o silenciar, pelo facto de ser reconhecido (pelos seus patrões) por "expor situações de violação dos direitos humanos e corrupção em Angola". TUDO MENTIRA!!!

De forma ardilosa, e para tentar esconder o seu real propósito que é o de alguma forma despertar e pressionar o Governo do seu país  para uma tomada uma atitude em relação ao cas o, Teresa Pina recorda que Portugal e Angola são países "muito próximos que partilham projectos de cooperação multilaterais, "incluindo no âmbito da Justiça,  onde a protecção e a promoção dos direitos humanos são abordados". 

Para sustentar a sua campanha, Teresa Pina, recorda que "Portugal é membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU e por isso, espera-se um protagonismo mais forte perante países (no caso Angola) para se fazerem ouvir e assim contribuir para uma melhoria dos direitos humanos".

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segunda-feira, 22 de junho de 2015

MINISTRO DA ECONOMIA DE PORTUGAL VISITA ANGOLA

                             

O Ministro da Economia de Portugal, António Pires de Lima, inicia hoje uma visita de dois dias a Angola, durante a qual vai assinar, com o governo angolano, a criação do Observatório dos Investimentos angolanos em Portugal e portugueses em Angola.

A criação deste observatório insere-se no programa do Iº Fórum Empresarial Angola - Portugal a realizar-se terça-feira em Luanda, o que é referenciado pelo Governo angolano como uma iniciativa para "promover as oportunidades de negócios num e noutro país" e apelando "ao estabelecimento e aprofundamento de parcerias entre empresas angolanas e portuguesas".

A visita de Pires de Lima inicia hoje 22JUN2015, a partir das 12h30 , com uma reunião com o Ministro da Economia de Angola, Abraão Gourgel, seguindo-se uma passagem por empresas com investimentos portugueses com actividade em Luanda, casos da Angonabeiro, Martifer, Valinho e Pneuang.

De enfatizar que a visita do Ministro da Economia de Portugal, surge numa altura em que, de acordo com dados do Instituto de Estatística de Angola, INE, as exportações de portuguesas para Angola têm vindo a decair e a ser suplantada pela China e Coreia do Sul. 

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quinta-feira, 18 de junho de 2015

PORTUGAL PERDE ESPAÇO EM ANGOLA

Com o fito de procurar recuperar este estatuto e relançar o ritmo de exportações, os Ministros da Economia de Angola, Abraão Gourgel, e de Portugal, António Pires de Lima, presidem a 22 de Junho, em Luanda, à assinatura do memorando de entendimento de constituição do Observatório Empresarial dos dois países, que vai acompanhar os investimentos portugueses em Angola e angolanos em Portugal. No mesmo dia, além da criação formal, terá lugar a sua primeira reunião anual.

Refira-se que Portugal tem nas suas exportações para Angola, uma das principais rampas para o (re) lançamento e equilíbrio da sua economia que foi fortemente assolada pela crise que grassa alguns países da Europa.  


Link relacionado:

http://www.publico.pt/economia/noticia/portugal-perde-estatuto-de-maior-importador-para-angola-1699372