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quarta-feira, 1 de julho de 2015

OPEN SOCIETY - FUNDAÇÃO HOSTIL E MENTIROSA

A reacção da Fundação Open Society era expectável e, diga-se que mais não se podia esperar desta organização que não fosse negar a acusação de estar a financiar a instalação de uma televisão online  a favor dos contrarrevolucionários, conforme o fez no passado dia 29JUN2015, por via de Elias Isaac, responsável pela referida Fundação em Angola.
É evidente que uma iniciativa de financiamento desta natureza, ao ser do conhecimento das autoridades angolanas, não seria anuída por estas, devido ao conhecido carácter e pendor subversivo dos seus potenciais gestores. Por seu turno, ao reconhecer este apoio, estaria a Open Society a autocertificar-se de cumplicidade e conspiração contra o Estado angolano.

Apesar de Elias Isaac negar a acusação de financiamento, o seu patrão George Soros, já reconheceu de forma aberta a sua participação em diversas revoluções pelo Mundo, porquanto fica demonstrada a vasta experiência desta organização enquanto vector de instabilidade.



À título de exemplo, a Fundação a Open Society, foi uma das financiadoras da “Open Ukraine”, a organização dirigida por de Arseniy Yatsenyuk, que é o actual primeiro-ministro da Ucrânia.


De igual modo Senadores norte-americanos como John McCain, do Partido Republicano e Christopher Murphy, do Partido Democrata, reconheceram a participação de ONG´s em revoluções que derrubaram Governos.

Das organizações citadas pelos senadores constam a Fundação Open Society, Vidrodzhenya (Reviver), Freedom House, Poland-America-Ukraine Cooperation Initiative e outras, financiadas pelos Estados Unidos, através da USAID, NED e CIA.



Essas e outras organizações não-governamentais, foram criadas como fachada para promover a política de regime change, sem golpe de Estado. Esse novo método de subversão que os Estados Unidos desenvolveram, está demonstrado e consta de vasta documentação existente.



Regra geral, tudo começa com a instigação e instrução preferencialmente de jovens, que são instilados sobre a necessidade de derrube de um Governo alegadamente ditador ou repressivo, estratagema usado para na realidade solapar a estabilidade política,  económica e militar de um Estado, sem recorrer à insurreição armada ou de golpe militar.



Após instigados e instruídos, estes jovens passam a realizar várias acções como greves, manifestações, marchas de protesto, bloqueamento ou barricadas nas estradas, queima de pneus, desfiles, campanhas, acções com fins psicológicos, tudo para provocar reacções e medidas alegadamente violentas e desproporcionais por parte dos órgãos de segurança pública, para de seguida estas mesmas reacções serem denunciadas como excesso, brutalidade, abuso dos direitos humanos, falta de liberdade de expressão e provocar o descrédito do Governo.

Depois deste exercício de analogia e a luz do que tem vindo a acontecer no nosso país, está claro que a Open Society pretende pretende contribuir para a destituição do Executivo angolano.

No entanto, apesar dos sinais obtidos, é de todo interesse colaborar para a manutenção do segredo de justiça e aguardar pelos próximos desenvolvimentos. 



Links relacionados:

https://revistaopera.wordpress.com/tag/open-society-foundation/


segunda-feira, 22 de junho de 2015

CONTRARREVOLUCIONÁRIOS DETIDOS PELA POLÍCIA NACIONAL

No dia 20JUN2015, Sábado, o Serviço de Investigação Criminal (SIC), acoberto  de um mandado de captura assinado pelo digno Procurador - Geral da República, deteve 13  jovens conhecidos e autodenominados jovens revolucionários, que na verdade são contrarrevolucionários inconscientes do papel de meros instrumentos dos países ocidentais que procuram instalar o caos, a desordem e a fragmentação em Angola para depois lograrem os seus objectivos que é o de saquearem as riquezas do nosso país para de seguida instalarem um Governo maleável que sirva os seus interesses.
 
Ao que se sabe, e de acordo com o comunicado emitido, o SIC no âmbito da sua actividade, realizou várias diligências que culminaram com a detenção em flagrante delito de 13 cidadãos nacionais que se preparavam para realizar actos tendentes a alterar a ordem e a segurança pública do país. Por outras palavras: GOLPE DE ESTADO.


Os jovens ora detidos são reincidentes, pois, são vários os registos de tentativas de criação de situações tumultuosas que encaminhem para uma espécie de Primavera Árabe à sul do continente africano, a exemplo do que sucedeu no Iraque, Líbia, Egipto, Tunísia e mais recentemente em Venezuela e Ucrânia, em que os Governos instituídos foram simplesmente depostos ao arrepio da soberania e desrespeito pela vontade popular.

Para captar apoiantes, geralmente entre os jovens, estes países hostis criam e alimentam campanhas em que invocam a falta de liberdade de expressão, desigualdade social, ditadura, etc, para acobertar os seus reais objectivos. 
Mas os angolanos patriotas estão atentos à todas as manobras que visam o retorno à guerra e a destruição de tudo aquilo que foi conseguido desde o alcance da paz em 2002.

Os patriotas também sabem e têm bem identificados os que apoiam esses jovens irresponsáveis que estão dispostos a entregar o país aos seus patrões do Ocidente e Estados Unidos que para atingirem os seus objectivos políticos e económicos, apoiam e instigam a destruição de um país como o nosso.


PATRIÓTAS ESTEJAMOS VIGILANTES!!!